
Com cães e piscinas em casa, os peridos domésticos aumentam... apesar de os cães saberem nadar, o problema ocorre porque não conseguem sair da piscina.
A piscina pode até ter degraus que possibilitem sua saída sem problemas, mas quando o cão cai na piscina ele se assusta, fica nervoso e não consegue ver tais degraus. Então, ele tenta desesperadamente subir na borda da piscina e, não conseguindo, nada sem parar por horas, até que fica exausto e acaba se afogando.
Aqui podem ser tomadas algumas atitudes práticas:
- Cubra a piscina com uma rede ou lona, ou cerque-a com um alambrado de altura considerável, para que o cão não tenha acesso a ele em momentos em que não houver ninguém por perto para olhá-lo;
- Na impossibilidade de se cercar ou cobrir a piscina, coloque o cão num canil, ou outra área limitada em que esteja seguro;
- Se a piscina tiver degraus que possibilitem que o cão saia sozinho, você deve treiná-lo a sair pelo degrau. Porém, não se esqueça de que, se ele aprender a entrar e sair, você o verá na piscina constantemente, ainda mais se seu cão for um labrador ou um golden retriever. Isto fará muito bem a ele, pois terá distração e atividade física constantemente. Porém, estes cães costumam perder muito pêlo, e isso pode acarretar em problemas no filtro da piscina.
- Normalmente, quando um filhote cai numa piscina sem degrau, costuma ficar traumatizado com a queda. Isso acontece porque raramente a queda é intencional e, além disso, o cão não espera que a água esteja fria. Então, ele sai da água assustado e para a andar mais longe da borda. Por conta disso, pode ser uma boa idéia que você deixe que ele caia na piscina, com você por perto para acudi-lo, para que ele aprenda os perigos dela. Logicamente isto só deve ser feito depois que ele estiver devidamente imunizado, pois a água fria pode lhe deixar doente, anulando o efeito das vacinas.